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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

E o nosso telhado como fica?




Em entrevista coletiva, a presidenta defendeu uma parceria “estratégica e duradoura” para acelerar o desenvolvimento cubano.
“A grande ajuda que o Brasil vai dar a Cuba é contribuir para que esse processo, que é um processo que eu não considero que leve a grande coisa, leva mais à pobreza e a problemas sério para as populações que sofrem a questão do bloqueio, a questão do embargo, a questão do impedimento do comércio. Eu acredito que o grande compromisso, a grande contribuição que nós podemos dar aqui em Cuba é ajudar a desenvolver todo o processo econômico”, disse a presidenta.
Além da cooperação econômica, a presidenta Dilma falou ainda sobre direitos humanos, tema que, segundo ela, deve ser discutido dentro de uma “perspectiva multilateral”.
“Não é possível fazer da política de direitos humanos só uma arma de combate político-ideológico. O mundo precisa se convencer de que é algo que todos os países do mundo tem de se responsabilizar, inclusive o nosso. Quem atira a primeira pedra tem telhado de vidro. Nós, no Brasil, temos os nossos. Então, eu concordo em falar de direitos humanos dentro de uma perspectiva multilateral.”
 Fonte: Palacio do Planalto - Blog

                                

Em quanto a Presidenta se preocupa com o telhado dos Cubanos, por que não se preocupa com o nosso frágil telhado de vidro que alias tem goteiras em quase todas as partes e ainda suscetível a crise economia mundial. Afinal os EUA sempre tiveram esse ideal de se meterem em guerras com outros países (ou aumentar a coisa), e que somos nós mero País em desenvolvimento econômico (por que social se contradiz as filas do SUS) para se meter na ainda não acabada guerra-fria na Américas; um dia essa bolha no pé dos EUA vai estourar e se o Brasil quiser dar uma de médico sem diploma pode sobrar para nós e se eu tivesse que dar uma data eu daria Maio/Abril para mais um dos tantos conflitos dos EUA. Mas quem sabe a Presidente pode estar pensando em algo maior ou pensando que a guerra fria acabou para sempre e indo para o lado socialista da questão.

Mas afinal precisamos nos mostrar no cenário internacional moderadamente por que em briga de gigantes pequenos não tem chances.

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